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Ação “Rilex no ritmo da prevenção” promove distribuição de preservativos no pré-carnaval de São José



O Carnaval, conhecido por ser um período de alegria e diversão, traz consigo também a importância da segurança e da proteção. Pensando nisso, a Rilex, empresa especializada em preservativos com sede em São José dos Campos, realiza durante o pré-carnaval da cidade, uma ação para promover a conscientização e prevenção durante os dias de folia.


A empresa distribuirá gratuitamente preservativos aos foliões que marcarem presença no bloco "Aí Desgramou", promovido pela dupla Talis e Wellinton, no dia 3 de fevereiro, domingo, na via Oeste, com previsão de início às 12h, de acordo com a organização do pré-carnaval de São José.


Visando tornar a iniciativa mais refrescante e agradável, a Rilex complementará a distribuição com sorvetes que correspondem aos sabores dos preservativos oferecidos. Um picolé de uva, por exemplo, será equivalente a um preservativo com sabor de uva. A abordagem é criativa visa associar a diversão do Carnaval com a promoção de práticas seguras e responsáveis.


Durante a concentração dos blocos, agentes de prevenção, devidamente uniformizados com o tema da ação, serão responsáveis pela distribuição dos preservativos e sorvetes, facilitando o acesso dos foliões aos materiais.


O presidente da Rilex, Eduardo Medeiros, ressalta a importância da iniciativa: "Nossa participação no Carnaval de São José será ativa e contribuiremos para que todos aproveitem os momentos festivos de maneira segura e responsável. Acreditamos que a ação será uma forma eficaz de conscientização durante a folia."


IST’s em dados

Dados de um estudo realizado pelo Ministério da Saúde mostram que mais de 38 milhões de habitantes vivem com a incidência do vírus do HIV no país e que em 2018, a prevalência do vírus foi de 883 mil casos confirmados, o que representa uma taxa de 5,4 a cada mil habitantes.


Já a Sífilis, uma das mais antigas doenças sexualmente transmissíveis, teve um crescimento de 23% em sua taxa de detecção entre os anos de 2021 e 2022 (de 80,7 casos por 100 mil habitantes em 2021 para 99,2 casos por 100 mil habitantes em 2022).

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