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Com retorno de quase 20% ao ano, imóveis retomam protagonismo nas estratégias patrimoniais

  • há 10 horas
  • 3 min de leitura

Valorização e renda com aluguel superam aplicações conservadoras e reforçam busca por proteção em cenário de juros elevados

Em um cenário de juros elevados e instabilidade nos mercados financeiros, o investimento em imóveis voltou a ganhar protagonismo nas estratégias patrimoniais de famílias e investidores brasileiros. Dados recentes apontam que o setor imobiliário registrou rentabilidade média de 19,1% ao ano em 2024, considerando a combinação entre valorização patrimonial e renda com aluguel, desempenho superior a aplicações conservadoras como o Tesouro Selic no mesmo período.

O resultado, segundo especialistas, é fruto de uma combinação de fatores conjunturais e estruturais. A valorização dos imóveis foi impulsionada pela recuperação de preços em determinadas regiões, pelo custo de reposição, pressionado por materiais e mão de obra, e pela redução de estoques em algumas praças. Ao mesmo tempo, a alta demanda por locação e os reajustes indexados à inflação fortaleceram a renda recorrente dos proprietários.

Para Alberto Friggi, especialista em crédito estruturado e sócio-fundador da Friggi&Secco, o desempenho chama atenção, mas deve ser analisado com cautela. “O retorno estimado de 19,1% ao ano em 2024 resulta da combinação entre valorização e renda com aluguel. Parte desse resultado foi influenciada por fatores conjunturais, como a reprecificação pós-pandemia e o aumento dos custos de construção. No longo prazo, o imóvel tende a entregar retornos mais estáveis e consistentes, mas não necessariamente nesse patamar elevado todos os anos”, explica.

Mesmo diante de taxas de juros mais altas, o imóvel continua sendo visto como uma forma de proteção patrimonial. Isso ocorre porque o ativo reúne características que vão além da simples valorização. “O imóvel cumpre três funções simultâneas: reserva de valor real, proteção contra a inflação e geração de renda recorrente. Além disso, é um ativo tangível, menos exposto à volatilidade diária dos mercados financeiros”, afirma Friggi.

Ele destaca ainda que existe um componente cultural relevante na decisão do brasileiro de investir em imóveis. “Historicamente, o patrimônio imobiliário está associado à segurança financeira de longo prazo. Isso tem um peso estratégico importante nas decisões das famílias.”

 

Para que a estratégia seja eficiente, no entanto, é fundamental equilibrar valorização e geração de caixa. Segundo o especialista, imóveis voltados à valorização costumam estar localizados em regiões em expansão ou em bairros em transformação urbana, com foco em ganho de capital futuro. Já imóveis destinados à renda devem priorizar áreas consolidadas, com alta liquidez de locação e perfil de inquilino estável.

“Uma carteira equilibrada pode combinar ativos geradores de caixa com ativos de potencial de valorização. O erro comum é focar apenas no ganho futuro e negligenciar o fluxo de caixa. Em ciclos econômicos mais apertados, é a renda recorrente que sustenta a estratégia”, pontua.

A forma de aquisição também influencia diretamente o resultado financeiro. O financiamento bancário tradicional permite aquisição imediata, mas está sujeito ao cenário de juros e exige análise de crédito rigorosa. O consórcio, por sua vez, é uma estratégia programada de médio prazo, sem juros, mas com taxa de administração. Já o crédito estruturado oferece modelagens personalizadas, podendo envolver garantias imobiliárias, antecipação de recebíveis ou operações via mercado de capitais.

“Para quem pensa em construção de patrimônio, a escolha não deve ser baseada apenas na taxa nominal, mas na estratégia de alavancagem e no retorno sobre o capital próprio. Uma estrutura bem planejada pode otimizar fluxo de caixa e ampliar a capacidade de investimento”, explica Friggi.

Nesse contexto, o crédito estruturado ganha relevância para investidores que buscam escala e previsibilidade. “Ele permite alavancagem inteligente do capital, aquisição de múltiplos ativos sem descapitalização total e melhor gestão do custo médio de capital. Depender exclusivamente de recursos próprios pode limitar o crescimento da carteira”, afirma.

Para o especialista, o retorno do imóvel ao centro das estratégias financeiras não é apenas um movimento tradicional, mas fundamentado em lógica econômica. “O diferencial não está apenas em comprar imóveis, mas em estruturar o capital de forma estratégica para que o ativo trabalhe a favor do investidor no longo prazo”, conclui.

FRIGGI & SECCO

Há mais de duas décadas, o Grupo Friggi & Secco se destaca como uma das principais revendas de crédito do Brasil, sediada em São José dos Campos. Com parcerias em mais de 20 instituições financeiras e um portfólio que ultrapassa 100 linhas de crédito, o grupo oferece soluções financeiras personalizadas, como consórcio, financiamento imobiliário, financiamento de obras, home equity e outras soluções sob medida, sempre fundamentadas em credibilidade, transparência e excelência no atendimento.

 

Como primeiro correspondente bancário da fintech Cashme no Vale do Paraíba, a Friggi & Secco amplia as possibilidades de acesso ao crédito na região, disponibilizando condições competitivas em relação aos bancos tradicionais e reafirmando seu compromisso com a inovação, solidez e realização de sonhos. Para mais informações acesse o Instagram: @friggiesecco ou entre em contato pelo WhatsApp: (12) 98879-1979.

 

 
 
 

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