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Custo de vida chega a R$3.520 e coloca brasileiros diante de dilema: pagar dívidas ou guardar dinheiro?

  • há 10 horas
  • 3 min de leitura

Com quase 60% do orçamento comprometido com despesas essenciais, apenas

2 em cada 10 conseguem manter as contas em dia 

 


O custo médio de vida do brasileiro chegou a R$3.520 por mês, segundo levantamento da Serasa. O dado ajuda a explicar por que organizar as finanças tem sido um desafio: quase 60% da renda está concentrada em gastos essenciais, como moradia, alimentação e contas recorrentes, e apenas dois em cada 10 brasileiros consideram fácil manter as contas em dia. 

 

Diante desse cenário, surge um dos principais dilemas financeiros das famílias: priorizar o pagamento de dívidas ou começar a guardar dinheiro. No entanto, segundo o assessor de investimentos da WFlow, Claudiner Sanches Junior, o primeiro passo não está em escolher entre uma opção ou outra, mas em entender o próprio orçamento.  

 

“A prioridade é organizar as finanças e entender exatamente quanto sobra no fim do mês. A leitura mais prudente é: primeiro garantir as despesas essenciais, depois atacar as dívidas mais caras e, só então, ampliar a poupança de forma consistente. É importante construir sonhos de curto, médio e longo prazo, ter uma visão de objetivos futuros ajuda bastante no controle de gastos no presente”, explica. 

 

Em muitos casos, a prioridade precisa ser a quitação de dívidas, especialmente quando envolvem juros elevados, como cartão de crédito, cheque especial e atrasos que geram multa e juros acumulados. “Nessas situações, a dívida cresce mais rápido do que a maioria das aplicações financeiras consegue render, então faz mais sentido reduzir o custo do endividamento primeiro”, afirma o especialista. 

 

Ainda assim, isso não significa deixar a reserva de lado. “Sim, é possível. A reserva de emergência existe para cobrir imprevistos reais e evitar que um problema pontual vire mais endividamento, ela deve ter alta liquidez e ser usada apenas em emergências. Na prática, quando a dívida é cara, o mais razoável é concentrar a maior parte do esforço em reduzi-la, sem deixar de separar um valor pequeno e regular para não ficar totalmente desprotegido diante de um imprevisto”, orienta. 

 

ERROS COMUNS E CAMINHOS POSSÍVEIS 

 

Entre os principais obstáculos para organizar as finanças estão hábitos que agravam o problema. “Os erros mais frequentes são não mapear todos os gastos, usar crédito de forma inadequada, fazer compras a prazo demais, gastar renda que ainda nem recebeu e continuar fazendo novas dívidas enquanto tenta sair do vermelho”, alerta Sanches Junior.  

 

Por outro lado, medidas simples podem ajudar a reequilibrar o orçamento e criar uma base mais sólida. “Tudo começa pelo básico: anotar receitas e despesas, cortar desperdícios, reduzir gastos supérfluos, renegociar dívidas e, se possível, buscar renda extra. Outra estratégia importante é automatizar a poupança, separando um valor assim que o dinheiro entra, em vez de esperar ‘sobrar’ no fim do mês”, completa. 

 

Em um cenário de custo de vida elevado e orçamento pressionado, o equilíbrio entre quitar dívidas e começar a poupar passa menos por uma escolha isolada e mais por estratégia, com prioridade para reduzir o custo financeiro e criar, aos poucos, uma margem de segurança. 

 

WFLOW 

 

A WFlow atua nos segmentos de Alta Renda, Private e Pessoa Jurídica. O grupo possui dois prêmios de melhor assessor de investimentos, além dos selos de eficiência em renda fixa, renda variável e satisfação de atendimento (NPS).  A empresa possui filiais em São Paulo, Jundiaí, Piracicaba, Belo Horizonte e Primavera do Leste. Para saber mais informações, entre em contato com a WFlow pelo telefone (11) 3044-1199 ou acesse o site: www.wflowinvest.com.br/.  

 
 
 

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